Projeto Trainee em Meio Ambiente - Fundação O Boticário de Proteção à Natureza

Formar jovens conservacionistas na região do cerrado é objetivo desse projeto

A OPA conquistou em 2007 a parceria com a Fundação O Boticário de Proteção à Natureza, entidade de reconhecimento nacional, para desenvolver o Programa Trainee em Meio Ambiente, sendo que apenas 20 organizações no Brasil foram contempladas com este projeto.

O programa é referência nacional na formação e capacitação de jovens profissionais para atuarem na área de meio-ambiente e tem como principal objetivo o desenvolvimento do setor conservacionista no Brasil. A OPA desenvolveu o projeto em parceria com a trainee selecionada, Helena Lemos dos Reis Magalhães, que recebeu o suporte e o treinamento da Fundação O Boticário.        

Além disso, trabalhando junto com Helena, a OPA elegeu a tutora Adriana Figueira Pardo Nozela que acompanhou a jovem trainee e participou de dois encontros coordenados e organizados pela Fundação, com o intuito de instruir e orientar os tutores e as organizações participantes.

Helena Lemos dos Reis Magalhães Gomes é a trainee selecionada

O Programa de Trainee em Meio Ambiente existe desde 2003, com formato diferenciado, e a intenção de promover a formação de profissionais que protagonizem soluções para a conservação da natureza, contribuindo também para o desenvolvimento das instituições participantes do programa.

Acreditando em seu potencial de crescimento e buscando sempre expandir seus horizontes, a OPA buscou e conquistou essa parceria.

Para mais informações, visite também o site:

www.fundacaoboticario.org.br

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Dicas

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Quando as águas ficam cheias

Graves consequências surgem para os homens

As águas também matam. Nossos rios, valas e canais foram assoreados, aterrados e retificados abusivamente. Muitos foram canalizados. Suas margens foram ocupadas, suas matas ciliares e áreas de acumulação suprimidas. Enormes quantidades de lixo se acumulam no seu interior e nas encostas desmatadas, sujeitas à erosão. Enormes extensões de solo foram totalmente pavimentadas e impermeabilizadas sem deixar suficientes pontos de contato da água da chuva com o solo. Regiões no passado alagadiças, com pântanos, mangues, brejos ou várzeas foram primeiro aterradas e depois asfaltadas e edificadas.

O lixo que muita gente insiste em vazar nas ruas entope os ralos e as galerias pluviais. Nas chuvas de verão, a natureza se vinga. As encostas desmatadas desmoronam sobre as construções em área de risco. A água corre sobre as ruas asfaltadas, a grande velocidade, arrasta consigo casas, automóveis e pessoas.

Os rios e canais transbordam. Precisamos recuperar as margens dos rios, recompor sua profundidade original através de dragagens criteriosas, reflorestar as matas ciliares, os mangues, as várzeas, criar bacias de acumulação nos pontos críticos, reassentar as comunidades de áreas de risco, fazer uma drenagem inteligente, com uma visão de conjunto da região, multiplicar nas cidade o maior número possível de áreas verdes destinadas a acumular a precipitação, criar reservatórios nos telhados para absorver parte da água e liberando-a finda a chuva. Manter ao máximo áreas de solo aberto nos estacionamentos, praças, calçadas. Reflorestar as encostas sujeitas à erosão e risco. Criar circuitos de recompra e reciclagem de lixo plástico e projetos geradores de renda para sua catação e acondicionamento para o reciclagem. E acabar com a mentalidade do "descartável", obrigando ao retorno e à recompra das garrafas plásticas.

Fonte: www.ondazul.org.br

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