Atitude Sadia

Parte da área para reflorestamento

Figurando como exemplo de responsabilidade ambiental, a Sadia, empresa brasileira do setor alimentício, fechou parceria com a OPA para o projeto Atitude Sadia. A ação teve coordenação da gestora de projetos da OPA na época, Polyanna Duarte. 

Foram realizadas, às margens do Rio Uberabinha, atividades de plantio tradicional de espécies nativas do cerrado, aliadas a técnicas alternativas para a construção de um corredor ecológico, permitindo a relocação e a conservação de organismos da fauna e flora locais.

Em 2006, este projeto propiciou o plantio de 7.471 mudas, promovendo a restauração de uma área de aproximadamente nove hectares (o que corresponde a 90 mil metros quadrados), de propriedade da empresa. Além disso, foram realizadas ações de sensibilização envolvendo alunos de escolas públicas de Uberlândia, localizadas em torno da empresa.

Entre os meses de outubro e dezembro, cinco escolas puderam participar do projeto. Cerca de 500 alunos da Escola Municipal Guarda Antônio Rodrigues Nascimento, da Escola Estadual Antônio Tomaz Rezende, da Escola Estadual Jerônimo Arantes, da Escola Municipal Afrânio Rodrigues da Cunha e do projeto social do SESI Gravatás plantaram mudas e se sensibilizaram perante a importância da conservação do cerrado e das margens do Rio Uberabinha.

Assim, estimulando a interação entre a flora e a fauna local aliada à educação ambiental que a organização oferece, o que se vê é a sensibilização de um maior número de pessoas para a consciência ambiental da região. 

O projeto contou com uma equipe de profissionais especializados. Teve apoio da Universidade Federal de Uberlândia, através dos Institutos de Biologia, Geografia e de Ciências Agrárias, além dos voluntários e sócios da OPA, que foram empenhados em contribuir para a qualidade desse projeto.

 

 

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Porque o rio deve vir antes dos "recursos hídricos"?

O Brasil tem uma profusão fantástica de rios e alguns dos mais importantes do mundo como o Amazonas, o São Francisco e o Paraná. Muitos dos nossos rios estão seriamente ameaçados de desaparecer ou de virar vala de esgoto a céu aberto. O desmatamento das áreas de mananciais; o garimpo criminoso com despejo de mercúrio, a devastação das matas ciliares, os aterros e as construções dentro das faixas marginais de proteção, projetos de irrigação ou de geração de energia mal concebidos, pesca predatória são algumas ameaças a serem combatidas e revertidas. Todo rio tem direito à proteção da sua nascente, às suas matas ciliares e a receber apenas efluentes, domésticos ou industriais, previamente tratados.

O rio deve vir antes dos "recursos hídricos". Estes devem ser tachados de acordo com o tipo de uso, o volume e a demanda de recuperação correspondente. Rios não cabem em fronteiras. Defender os rios é um desafio de cooperação entre diferentes estados, municípios, poder público e sociedade civil em comitês e agências de gestão por bacias hidrográficas. Sua preservação depende dessas novas formas de administração, integradas e participativas.

Fonte: www.ondazul.org.br

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